Esta bosta já ficou abandonada por tempo demais. Que tal descrever uma Polissonografia? Nada além de um exame que permite analisar o seu sono em condições controláveis. Simples, não?! Basta você dormir, alguém acompanha seus sinais vitais, reações, respiração e 7 dias depois se tem um laudo descrevendo possíveis problemas.
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Mais ou menos... esse exame pede algo essencial que a própria natureza do procedimento age contra: dormir. Em adição a uma cama, ar condicionado e tv existem uns 20 eletrodos (sem exagero) - 70% deles colados na sua cabeça com uma resina que tem uma surpreendente afinidade com fios de cabelo - além de um tubo para garantir que meu pequeno nariz fosse capaz de obter todo o ar que necessitasse. Pulo os eletrodos no peito, visto que em comparação com os demais são irrelevantes.
Não se deve esquecer que não basta colocar os eletrodos na cabeça; é preciso conectá-los a fios que transmitirão os impulsos. Porem, tendo em vista evitar que a movimentação do paciente os remova, o comprimento dos fios está no
barely extensible, garantindo que sua movimentação será quase nula. Mais confortável, impossível.
Ainda há tempo de comentar que a cama era desconfortável e que os eletrodos ficavam comprimidos entre o travesseiro e a cabeça? Acredito que o "boa noite" que ouvi tenha sido uma ironia, ainda que embora a pessoa que me o tenha desejado realmente parecesse sincera.
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Bom... passado isso, tentei dormir... demorou... demorou... demor........ zzzzzzzzz..... mas eis que acontece o que menos desejava: acordo no meio da noite. E agora? A cama é desconfortável, meu pescoço e costas doíam bastante, os movimentos estavam limitados e a agitação tomando conta da mente. Fudeu. Simples mas foi a primeira palavra que me veio à mente. Vou ter que ficar horas acordado, com dor e sem me mexer direito até essa merda acabar. De fato não ia parar no meio pra ter que começar tudo num outro dia. Mas, certamente prefiriria 10 horas das torturantes aulas de econometria a ter que ficar mais umas 2 horas esperando parado.
(está bem, 10 horas é exagero... umas 5 bastariam, porque hoje não teria a mesma paciência de agüentar um professor de péssima didática, que sentia-se felicidade em ferrar alunos para que se formasse uma fila na porta de sua sala no fim de período, em busca de alguma revisão para que o "grande mestre" não os reprovasse - obviamente estava nesse grupo*)
*nada contra matérias difíceis, mas tudo contra professores que as fazem mais complicadas em busca de auto-afirmação. Esse talvez seja o mesmo complexo que leva pessoas a comprarem pickups mesmo morando em cidades.
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Deixando os traumas de faculdade de lado, ocasionalmente consegui adormecer novamente e ter um cochilo bem leve, tão superficial que as 5:30 da manhã, na hora de ser acordado bastou que colocassem a mão na porta para que já acordasse. Antes mesmo que a pessoa entrasse na sala disse um entusiasmado "bom dia": certamente o mais irônico que uma pessoa sem dormir consegue dizer.
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Esse dia só acabou as 6:30 da manhã, chegando em casa. O dia seguinte... bem, esse só começou pelas duas da tarde, afinal, em algum momento precisava dormir.
basta.
reviso o texto outro dia. Por enquanto, convivam com os erros.
Música:
o toque do meu celular!
Muita Estrela, Pouca Constelação (Raul Seixas/Marcelo Nova)
A festa é boa tem alguém que tá bancando
Que lhe elogia enquanto vai se embriagando
E o tal do ego vai ficar lá nas alturas
Usar brinquinho pra romper as estruturas
E tem um punk se queixando sem parar
E um wave querendo desmunhecar
E o tal do heavy arrotando distorçãoE uma dark em profunda depressão(Refrão)
Eu sei até que parece sério, mas é tudo armaçãoO problema é muita estrela, pra pouca constelaçãoTinha um junkie se tremendo pelos cantos
Um empresário que jurava que era santo
Uma tiete que queria um qualquer
E um sapatão que azarava minha mulher
Tem uma banda que eles já vão contratar
Que não cria nada mas é boa em copiar
A crítica gostou vai ser sucesso ela não erra
Afinal lembra o que se faz na inglaterra
(Refrão)
E agora vem a periferia
O fotógrafo, ele vai documentar
O papo do mais novo big star
Pra'quela revista de rock e de intriga
Que você lê quando tem dor de barriga
E o jornalista ele quer bajulação
Pois new old é a nova sensação
A burrice é tanta, tá tudo tão a vista
E todo mundo posando de artista
(Refrão)