domingo, 22 de junho de 2008

Não vale a pena perder tempo aqui, mas já que teve início, que tenha um fim decente.

A privação de sono dos últimos dias deve ser a grande responsável pelos atos de hoje. No regrets. But definitely some unforeseen consequences. Houve uma certa inconsistência entre as variáveis e o resultado obtido. Ainda é cedo para conhecer o porquê disso.

Mas que o forró estava bom... ah, estava...

ps: e os xotes só começaram mesmo depois das 23:30, quando já estava longe demais para fazer alguma coisa...


música: a que mostrou que murphy não coxa...

Nosso Xote (Bicho de Pé)

Moreno me convidou para dançar um xote
Beijou o meu cabelo cheirou meu cangote
Fez meu corpo inteiro se arrepiar
Fiquei sem jeito e ele me acolheu junto ao peito
E foi nos braços deste moreno
Que eu forrozeei até o dia clarear

Oi oi oi oi oi oi
Me encantei por seu olhar
Moreno, chega mais pra cá
Meu dengo, vem me chamegar...

Oi oi oi oi oi oi
Teu jeito de balancear
O corpo inteiro
Faz meu coração bater ligeiro
Assim eu vou me apaixonar

sábado, 10 de maio de 2008

zzzzzzzzz, ou não...

Esta bosta já ficou abandonada por tempo demais. Que tal descrever uma Polissonografia? Nada além de um exame que permite analisar o seu sono em condições controláveis. Simples, não?! Basta você dormir, alguém acompanha seus sinais vitais, reações, respiração e 7 dias depois se tem um laudo descrevendo possíveis problemas.
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Mais ou menos... esse exame pede algo essencial que a própria natureza do procedimento age contra: dormir. Em adição a uma cama, ar condicionado e tv existem uns 20 eletrodos (sem exagero) - 70% deles colados na sua cabeça com uma resina que tem uma surpreendente afinidade com fios de cabelo - além de um tubo para garantir que meu pequeno nariz fosse capaz de obter todo o ar que necessitasse. Pulo os eletrodos no peito, visto que em comparação com os demais são irrelevantes.

Não se deve esquecer que não basta colocar os eletrodos na cabeça; é preciso conectá-los a fios que transmitirão os impulsos. Porem, tendo em vista evitar que a movimentação do paciente os remova, o comprimento dos fios está no barely extensible, garantindo que sua movimentação será quase nula. Mais confortável, impossível.

Ainda há tempo de comentar que a cama era desconfortável e que os eletrodos ficavam comprimidos entre o travesseiro e a cabeça? Acredito que o "boa noite" que ouvi tenha sido uma ironia, ainda que embora a pessoa que me o tenha desejado realmente parecesse sincera.
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Bom... passado isso, tentei dormir... demorou... demorou... demor........ zzzzzzzzz..... mas eis que acontece o que menos desejava: acordo no meio da noite. E agora? A cama é desconfortável, meu pescoço e costas doíam bastante, os movimentos estavam limitados e a agitação tomando conta da mente. Fudeu. Simples mas foi a primeira palavra que me veio à mente. Vou ter que ficar horas acordado, com dor e sem me mexer direito até essa merda acabar. De fato não ia parar no meio pra ter que começar tudo num outro dia. Mas, certamente prefiriria 10 horas das torturantes aulas de econometria a ter que ficar mais umas 2 horas esperando parado.

(está bem, 10 horas é exagero... umas 5 bastariam, porque hoje não teria a mesma paciência de agüentar um professor de péssima didática, que sentia-se felicidade em ferrar alunos para que se formasse uma fila na porta de sua sala no fim de período, em busca de alguma revisão para que o "grande mestre" não os reprovasse - obviamente estava nesse grupo*)

*nada contra matérias difíceis, mas tudo contra professores que as fazem mais complicadas em busca de auto-afirmação. Esse talvez seja o mesmo complexo que leva pessoas a comprarem pickups mesmo morando em cidades.

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Deixando os traumas de faculdade de lado, ocasionalmente consegui adormecer novamente e ter um cochilo bem leve, tão superficial que as 5:30 da manhã, na hora de ser acordado bastou que colocassem a mão na porta para que já acordasse. Antes mesmo que a pessoa entrasse na sala disse um entusiasmado "bom dia": certamente o mais irônico que uma pessoa sem dormir consegue dizer.
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Esse dia só acabou as 6:30 da manhã, chegando em casa. O dia seguinte... bem, esse só começou pelas duas da tarde, afinal, em algum momento precisava dormir.

basta.

reviso o texto outro dia. Por enquanto, convivam com os erros.

Música: o toque do meu celular!


Muita Estrela, Pouca Constelação (Raul Seixas/Marcelo Nova)

A festa é boa tem alguém que tá bancando
Que lhe elogia enquanto vai se embriagando
E o tal do ego vai ficar lá nas alturas
Usar brinquinho pra romper as estruturas

E tem um punk se queixando sem parar
E um wave querendo desmunhecar
E o tal do heavy arrotando distorção
E uma dark em profunda depressão

(Refrão)
Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação

Tinha um junkie se tremendo pelos cantos
Um empresário que jurava que era santo
Uma tiete que queria um qualquer
E um sapatão que azarava minha mulher

Tem uma banda que eles já vão contratar
Que não cria nada mas é boa em copiar
A crítica gostou vai ser sucesso ela não erra
Afinal lembra o que se faz na inglaterra

(Refrão)

E agora vem a periferia


O fotógrafo, ele vai documentar
O papo do mais novo big star
Pra'quela revista de rock e de intriga
Que você lê quando tem dor de barriga

E o jornalista ele quer bajulação
Pois new old é a nova sensação
A burrice é tanta, tá tudo tão a vista
E todo mundo posando de artista

(Refrão)

domingo, 30 de março de 2008

Ainda falta muito para ficar ruim...

Qual o sentido deste título? Aliás, este post está quebrando a sagrada regra de "redação de colégio", que determina: o texto primeiro e o título depois. Mas se o título é a parte que é lida antes de qualquer outra, por que deve ser a última a ser escrita?

Deixando as normas da ABNT (se não souber o que é, use o google... ele de quase tudo sabe) e voltando para o corpo do texto, ou melhor, para o título, hoje descobri o quanto falta melhorar para ficar ruim. Já está ficando divertido, de fato, mas se isso realmente for uma longa estrada para percorrer, diria que indo do Rio a Belém, ainda estaria perto de Belo Horizonte. De fato era um belo horizonte, mas essa história de ter que ser ritmado é o que acaba com o pé alheio (confesso que esta última frase teve informação demais, confusa demais, mas que não será apagada) .

Paciência... por que não? Porque o relógio continua funcionando em breve o tempo pode se tornar algo escasso. De qualquer maneira esta estrada a ser percorrida esta, para mim, como o saco de feno na frente do burro está para este pobre animal: uma meta que nunca será atingida mas, ainda assim, o que o move a seguir em frente. Ok... reconheço que poderia ter sido uma imagem mais romantizada... que tal isso? Como estrelas para um navegante; o pote de ouro no final do arco-íris...

Conclusão? Nenhuma! Será que após tão poucas linhas você já se esqueceu que o post está baseado no título?! Por que então deveria enfatizar o final?

Confuso? Eu também.

Ps: ao contrário do dito popular, "don´t blame the game, blame the player".

terça-feira, 18 de março de 2008

Agora só faltam uns... 365 dias.

Um balde de água fria. Com o calor que tem feito nas últimas semanas, talvez até fosse algo bom, mas não é. A tão aguardada reunião somente confirmou o menos agradável: mais um (numeral) ano de espera. Sendo muito otimista, pode-se reduzir para 9 meses, mas, no realismo, são 52 longas semanas. Além disso, pouca expectativa de um grande concurso, com muitas vagas. Sorte que a aposta de 2006 deu certo.

Todo aponta para um 2008 parecido com o irritante 2007. Mas não será assim. Não mesmo. O choque com as novidades de hoje lembrou as sábias palavras da ministra do turismo: "relaxa e ..." exato.

SE soubesse que ia demorar tanto:
- teria acabado o maldito mestrado
- teria buscado estudar outras coisas
- teria aproveitado melhor esse tempo...

se... se... se... como a bola de cristal está quebrada, a aposta de 2007 foi para o ralo.

2008 não será um ano "financeiramente produtivo", mas de enfoque em aprendizado e hobbies. Se não vale a pena buscar algo diferente profissionalmente (e não vale mesmo), melhor esperar, mas fazê-lo de forma útil e aproveitando a relativamente pouca idade. Deveria ser mais simples pensar assim, pois, olhando para os vizinhos, vê-se que 90% deles nunca agiu de forma diferente; seja por sorte ou por criação, não se pode dizer que faça parte desta regra.

Então que seja um ano para acabar a "pós-graduação passatempo", treinar krav magá, aprender outras duas línguas, conseguir dançar de verdade, ler uns livros que estão empilhados faz tempo e descobrir como se veleja num windsurf. Em paralelo, obviamente, continuar estudando o que já estudava desde 2006.

Pensamentos organizados.



uma música muito boa que achei... antiga, do Chico Buarque.
música:

O Malandro

O malandro/Na dureza
Senta à mesa/Do café
Bebe um gole/De cachaça
Acha graça/E dá no pé

O garçom/No prejuízo
Sem sorriso/Sem freguês
De passagem/Pela caixa
Dá uma baixa/No português

O galego/Acha estranho
Que o seu ganho/Tá um horror
Pega o lápis/Soma os canos
Passa os danos/Pro distribuidor

Mas o frete/Vê que ao todo
Há engodo/Nos papéis
E pra cima/Do alambique
Dá um trambique/De cem mil réis

O usineiro/Nessa luta
Grita(ponte que partiu)
Não é idiota/Trunca a nota
Lesa o Banco/Do Brasil

Nosso banco/Tá cotado
'Tá cotado
No mercado/Exterior
Então taxa/A cachaça
A um preço/Assutador

Mas os ianques/Com seus tanques
Têm bem mais o/Que fazer
E proíbem/Os soldados
Aliados/De beber

A cachaça/Tá parada
Rejeitada/No barril
O alambique/Tem chilique
Contra o Banco/Do Brasil

O usineiro/Faz barulho
Com orgulho/De produtor
Mas a sua/Raiva cega
Descarrega/No carregador

Este chega/Pro galego
Nega arrego/Cobra mais
A cachaça/Tá de graça
Mas o frete/Como é que faz?

O galego/Tá apertado
Pro seu lado/Não tá bom
Então deixa/Congelada
A mesada/Do garçom

O garçom vê/Um malandro
Sai gritando/Pega ladrão
E o malandro/Autuado
É julgado e condenado culpado
Pela situação

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Post em tempo real.

Putz... que post mais piegas foi o anterior. Tão vergonhoso quanto lacônico. Mas, vida que segue... e já que a viagem está chegando - e não pretendo perder tempo escrevendo coisas do outro lado do Atlântico - melhor deixar essa página um pouco mais produtiva (novamente o medo de algum MSB - Movimento dos Sem Blogguer - ou coisa parecida).

(uns 15 minutos depois)

Ainda sem idéias... no momento esto praticando "sorriso para fotos". Culpa do novo brinquedo, que embora não seja portátil como uma sony cybershot, tem todas as sacanagens que ela não possui, além de ter a tela móvel, que me permite ver enquanto tiro a foto... uma verdadeira mão na roda (no bom sentido... ninguém aqui é proctologista).
Não sei se estão curiosas pra saber se finalmente aprendi a sorrir em fotografias, mas parece que estão ocorrendo avanço. Pelo menos o clareamento dental está fazendo efeito. Sim! Para quem antes não conseguia ir além de esticar as bochechas, perceber que aparecem dentes, já é um avanço!
Agora deixa eu passar as fotos para o pc e conferir com mais detalhes...

(uns 20 minutos depois)

Interessante... das 30 fotos, umas 15 foram fazendo expressões propositais. O problema está no fato de não me lembrar de ter feito cara de vesgo ou psicopata, mas ambas estavam lá... Será que os índios estavam certos? estão capturando minha alma?! Não... de fato não... meus olhos também estavam vermelhos mas tenho certeza de que não usei nenhuma substância ilícita. Foram as lentes de contato mesmo.

Mas valeu a pena para perceber que alguns ângulos devem ser evitados e que expressões não parecem tão amigáveis assim.

Como não o problema inicial ainda não foi resolvido, voltemos a pensar no piegas... eis uma situação de trade-off: de um lado a pressa para eliminar uma dúvida; de outro o antigo problema de colocar a carroça na frente dos... calma ae, já que estávamos falando a respeito de máquinas fotográficas, que o exemplo seja condizente: comprar uma passagem aérea internacional antes de ter um passaporte. Essas duas hipóteses geram uma matriz com 4 possíveis resultados:

1 - pressa (sem dúvidas) X vontade
2 - pressa (sem dúvidas) X falta de vontade
3 - calma (com dúvidas) X vontade
4- calma (com dúvidas) X falta de vontade

cenários 2 e 4, são obviamente os piores. 3, bom. 1, o melhor. Mas os resultados são inversamente proporcionais à probabilidade atribuída a cada um deles. Qual opções escolher... pressa ou calma?


Música(aleatória...):

Três Lados
Skank

Composição: Indisponível

Escutei alguém abrir os portões
Encontrei no coração multidões
Meu desejo e meu destino brigaram como irmãos
E a manhã semeará outros grãos

Você estava longe, então
Por que voltou
Seus olhos de verão
Que não vão entender?

E quanto a mim, te quero, sim
Vem dizer que você não sabe
E quanto a mim, não é o fim
Nem há razão pra que um dia acabe

Cada um terá razões ou arpões
Dediquei-me às suas contradições, fissões, confusões
Meu desejo, seu bom senso, raivosos feito cães
E a manhã nos proverá outros pães

Os deuses vendem quando dão
Melhor saber
Seus olhos de verão
Que não vão nem lembrar

E quanto a mim, te quero, sim
Vem dizer que você não sabe
E quanto a mim, não é o fim
Nem há razão pra que um dia acabe

Somos dois contra a parede e tudo tem três lados
E a noite arremessará outros dados
Os deuses vendem quando dão
Melhor saber
Seus olhos de verão
Que não vão nem lembrar

E quanto a mim, te quero, sim
Vem dizer que você não sabe
E quanto a mim, não é o fim
Nem há razão pra que um dia acabe

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Who the fuck is SHE?

Primeiro post do ano... Poucas palavras... Apenas uma música.

O chato é que "she" may never "be".

She

(Charles Aznavour and Herbert Kretzmer)

She may be the face I can't forget
The trace of pleasure or regret
Maybe my treasure or the price I have to pay
She may be the song that summer sings
May be the chill that autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day

She may be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a Heaven or a Hell
She may be the mirror of my dreams
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell....

She, who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one's allowed to see them when they cry
She maybe the love that cannot hope to last
May come to me from shadows in the past
That I remember 'till the day I die

She maybe the reason I survive
The why and wherefore I'm alive
The one I care for through the rough and ready years

Me, I'll take the laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is
She....She
Oh, she....

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Fim do dia, digo, do mês, ou melhor, do ano.

Basicamente a mesma coisa de sempre. Dispensa comentários. Já conheço minhas opiniões a respeito disso e posso afirmar que nada mudaram.

E você? Aproveite este momento único (que se repete ano após ano) para refletir. Reflita bastante e profundamente. Mas pegue seu próprio espelho, porque o meu já está ocupado!


Ps: não era pra ser neste momento, mas Radiohead está ficando divertido demais, seja pra ouvir do nada, seja pra tocar na bateria. Depressivo, mas legal. Pode não fazer sentido, mas está mais racional do que eleger um presidente que nunca trabalhou, que se orgulha de não ter estudado (mesmo tendo míseros 40 anos para isto) e que "no se calla".